Poroshenko, o antigo presidente da Ucrânia, começou por afirmar que os Acordos de Minsk "nada significaram" a não ser uma oportunidade para "criar umas forças armada poderosas".
Depois Angela Merkel, ex-chancelerina alemã, veio reforçar essa ideia clamando que tudo não passara dum logro para "dar tempo" à Ucrânia.
Finalmente Hollande, que pouca gente ainda se lembra que foi presidente da França, veio confirmar a farsa, explicando que agora "o exército ucraniano é completamente diferente daquele de 2014. Está melhor treinado e equipado. Esta oportunidade ao exército ucraniano foi alcançada graças aos acordos de Minsk".
Assim sendo e até prova em contrário, o "anti-Cristo" e "novo Hitler" Vladimir Putin foi o único estadista que (aparentemente) de boa fé tentou resolver por via diplomática e negocial a guerra na Ucrânia, através dos acordos de Minsk que garantiriam a permanência do Donbass na Ucrânia, embora numa arquitetura federal que permitissem às comunidades russófonas assegurar a sua língua, herança cultura e modo de vida.
Não é que Putin me suscite grande empatia ou confiança, mas não deixa de ser caso para dizer...

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