... Mas depois há ainda os soldadinhos virtuais, os heróis do teclados, os rambos das redes sociais a regurgitar o Slava zucchine. Como se tudo não fosse mais do que um jogo da playstation, uma série da Netflix, um passatempo para existências vazias. Lutam encarniçadamente pela continuação da guerra, seja até ao último ucraniano, seja até ao último russo ... Escondidos atrás dum ecrã a 4000 quilómetros do front. Querem combater os russos? Porque não se voluntáriam? Não sabem que Zelensky precisa de carne para canhão, aka "voluntários? Ah pois... É por isso que a vossa bandeirinha no perfil, o vosso "combate virtual", a vossa estridente cobardia, são não apenas cúmplices da matança, mas insultos disparados sobre os mortos e aos que terão de fazer o seu luto.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2023
Horror em Soledar
Apesar de bastante gráfica, não deixa de ser uma pequena e pálida imagem da carnificina da guerra na Ucrânia. Muitos dos combatentes, se pudessem escolher, seguramente não estariam ali. Os mortos não são estatísticas: são pais, filhos, maridos, irmãos, são as vidas dos jovens e trabalhadores que se perdem enquanto os oligarcas gozam as suas vidas em grande, entre luxos e opulências, enquanto a Rússia e a Nato lutam pelo controlo da Ucrânia e pela predominância geopolítica, enquanto Zelensky alimenta o seu ego e engorda a sua conta bancária...
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