Reznikov, ministro da Defesa, disse há dias:
Ora desde o princípio que afirmámos que esta era uma guerra entre a NATO e a Rússia sobre os despojos do país, à custa do sacrifício do seu povo! Nem de propósito, já neste ano de 2023, o embaixador dor regime de Kiev no Reino Unido afirmava:
Que o Rui Tavares e o Livre apoiem a NATO numa guerra, já não deve surpreender ninguém, dado que não é de hoje! Que o outrora pacifista PAN (tal como os Verdes alemães...) se condoe com o sacrifício dos touros na arena, mas não o com a continuação da chacina de humanos na Ucrânia, a nós não nos surpreende, de todo! Mas que o Bloco de Esquerda queira apoiar a "resistência ucraniana" AKA "carne para canhão da NATO"... já poderá ser considerada uma espécie de (infeliz!) novidade...
Sobre esta guerra que já dura há quase um ano, logo no seu alvor afirmámos:
Ao fim de quase um ano só os (muito) naifs ou os (deveras) oportunistas poderão continuar a insistir que esta guerra se trava entre a Ucrânia e a Rússia... e que a NATO se limita a ser uma "aliança militar defensiva" que assiste altruisticamente o povo ucraniano na luta pela sua "autodeterminação" e no respeito pelo "direito internacional", isto é: por tudo aquilo que nos últimos 25 anos espezinhou na Sérvia, Afeganistão, Iraque, Líbia ou Síria...
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