sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

O Holocausto da memória


Numa Europa onde o "Mecanismo de apoio à Paz" serve para financiar uma guerra na Ucrânia, que surpresa pode causar que, no dia em que se evoca a libertação do campo da morte de  Auschwitz, aqueles que o libertaram tenham sido Excluídos, mas tenham lugar nas celebrações os herdeiros espirituais do genocida e colaborador nazi Stepan Bandera?

Depois das recentes Confissões de Poroshenko, Merkel e Hollande, sabemos que os líderes ucranianos e europeus mais os seus senhores americanos usaram um acordo de paz para se prepararem para a actual guerra. São tão ou mais "terroristas" e "nazis" que Putin: não têm qualquer moral para julgar terceiros.

Porém, com o cinismo que lhes é característico, são estes os líderes europeus que hoje cospem na memória do Holocausto e desprezam o sacrifício dos povos soviéticos na derrota do nazismo. E por uma simples razão: nunca lhes perdoaram que tivessem chegado a Berlim....

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